segunda-feira, 11 de julho de 2016

Urbanismo - cópia parcial de texto da Wikipédia em 11/07/2016

Urbanismo
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Urbanismo é uma disciplina e uma técnica relacionadas com o estudo, regulação, controle e planejamento da cidade[citar referência bibliográfica]. Sua definição, porém, varia de acordo com a época e lugar [citar referência bibliográfica]. No entanto, costuma-se diferenciá-lo da simples ação urbanizadora por parte do homem, de forma a que o urbanismo esteja associado à ideia de que as cidades são objetos a serem estudados, mais do que simplesmente trabalhados. Também, entretanto, não é uma disciplina que se confunde com ramos de outras ciências mais amplas (como ageografia urbana ou a sociologia urbana e o planejamento urbano.[citar referência bibliográfica].
O Urbanismo mostra-se, portanto, como uma ciência humana[citar referência bibliográfica], de caráter multidisciplinar, inserida no contexto de uma sociedade em processo de constante crescimento demográfico e respondendo a uma forte pressão de civilização e urbanidade, enfrentando suas demandas e problemas [citar referência bibliográfica]. Numa perspectiva simplista, o urbanismo é a ação de projetar e ordenar espaços construídos. No entanto, sob um ponto de vista amplo, o urbanismo pode ser entendido tanto como um conjunto de práticas e idéias. [citar referência bibliográfica]Portanto, apesar da matéria prima do urbanismo ser a arquitetura, o estudo do urbanismo dialoga com outras disciplinas tais como a ecologia, geologia, geografia e outras ciências. [citar referência bibliográfica]
A palavra deriva-se dos estudos do engenheiro catalão Ildefonso Cerdá, responsável pelo projeto de ampliação de Barcelona na década de 1850. Apesar de jamais ter usado o termo urbanismo, Cerdà cunhou o termo urbe para designar de modo geral os diferentes tipos de assentamento humano e o termo urbanização designando a ação sobre a urbe. Destes termos muito próximos surgirá o nome urbanismo no início do século XX. Cerdà publicou extensos estudos sobre as cidades de Barcelona e Madri, que versavam sobre os mais diversos aspectos da cidade indo desde questões técnicas (como a análise da rua e seus sistemas de infraestrutura) até questões teóricas e territoriais, (i.e.: como ligar as cidades em uma grande rede nacional?). Um compêndio expandido e revisado, a Teoria Geral da Urbanização, publicado em 1867, resulta de seus estudos anteriores e é a publicação mais notória de Cerdà. [citar referência
Índice
  [esconder] 
·        1Urbanismo no Brasil
·        2Planejamento urbano
·        3Urbanização
·        4Dia Mundial do Urbanismo
·        5Formação do urbanista
·        7Problemas urbanos
·        9Ver também
·        10Referências
·        11Ligações externas
·        12Bibliografia
Urbanismo no Brasil[editar | editar código-fonte]
No Brasil, o urbanismo só começou a ser efetivamente utilizado a partir do fim do século XIX, quando foi fundada a cidade de Belo Horizonte, cujo plano começou a ser elaborado em 1894, pelo engenheiro Aarão Reis, substituído depois por Francisco Bicalho. [citar referência bibliográfica]
Goiânia, construída para substituir como capital do Estado a antiga e colonial Vila Boa de Góias; foi fundada em 1933, obedecendo a plano do arquiteto Attilio Corrêa Lima, primeiro urbanista formado do Brasil, e alterado pelos irmãos, Coimbra Bueno a partir de 1935. [citar referência bibliográfica]
Brasília é o terceiro grande exemplo brasileiro de cidade projetada. O projeto da atual capital brasileira, escolhido por concurso nacional, é de autoria do arquitetoLúcio Costa, cuja obra urbanística foi profundamente influenciada pelas ideias de Le Corbusier. [citar referência bibliográfica]
Planejamento urbano[editar | editar código-fonte]
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/3a/Magnifying_glass_01.svg/17px-Magnifying_glass_01.svg.pngVer artigo principal: Planejamento urbano
Planejamento urbano é a disciplina técnico-científica e a profissão que lida com políticas públicas relacionadas a qualidade de vida dos habitantes de áreas urbanas, rurais no âmbito local, regional e internacional. Assim sendo, o planejamento urbano lida, simultaneamente, com o desenvolvimento socioeconômico e cultural, a mobilidade urbana, a infraestrutura de transporte e de saneamento básico, a política habitacional, a qualidade e o acesso aos espaços públicos, a proteção e conservação do meio-ambiente natural (tangível e intangível) e de áreas públicas verdes em meio urbano, a resolução de conflitos comunitários, a gerência e criação dos equipamentos urbanos, o desenvolvimento e implantação (logística) de serviços públicos e o controle do uso do solo, entre outras questões.[1]
Uma definição precisa do que seja o planejamento urbano necessariamente passa pelo trabalho de defini-lo, enquanto disciplina, em relação ao urbanismo. Tanto o planejamento urbano quanto o urbanismo são entendidos como o estudo do fenômeno urbano em sua dimensão espacial, mas diferem notadamente no tocante às formas de atuação no espaço urbano. Desta maneira, o urbanismo trabalha (historicamente) com o desenho urbano e o projeto das cidades, em termos genéricos, sem necessariamente considerar a cidade como agente dentro de um processo social interativo, enquanto que o planejamento urbano, além de agir diretamente do ordenamento físico das cidades, trabalha com os processos que a constroem (ainda que indiretamente, sempre atue no desenho das cidades).
O planejamento urbano é atividade, por excelência, multidisciplinar, enquanto que o urbanismo, ao longo da história, se tornou uma subdisciplina da Arquitetura. Porém, em alguns países, por exemplo, como no Brasil, os limites entre o planejamento urbano e o urbanismo são pouco claros na prática: intervenções urbanísticas na cidade são comumente tratadas como "obras de planejamento", enquanto que atividades típicas do planejamento (como a criação de um plano diretor), são eventualmente tratadas como "obras de urbanismo". Nos países do Norte, no entanto, a distinção entre Urbanismo e planejamento urbano é clara, sendo o urbanista o técnico responsável pelo licenciamento de obras a nível municipal e o planejador urbano, o profissional responsável pelas diretrizes de crescimento e desenvolvimento urbano e regional, incluindo a definição dos critérios a serem seguidos pelos urbanistas durante o processo de concessão de licenças de construção.
Desenho urbano[editar | editar código-fonte]
O desenho urbano é uma área do planejamento urbano ligada às soluções que envolvem os aspectos físicos do espaço urbano, dando forma e caracterização aos distintos usos deste espaço, bem como estabelecendo a articulação entre estes, levando também em conta o desenvolvimento das áreas ao longo do tempo.[2]
Urbanização[editar | 
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Variação de tecidos urbanos no Rio de Janeiro, segunda maior área metropolitana do Brasil, e terceira daAmérica do Sul, com cerca de 11,8 milhões de habitantes.[3] [4]
Urbanização é o processo de migração de habitantes da zona rural (sítios, chácaras e etc.) para a zona urbana. Para que um país seja considerado urbanizado, a quantidade de pessoas que vivem na zona urbana deve ser maior a quantidade que vive na zona rural. [citar referência bibliográfica]
As cidades podem ser classificadas de acordo com seu tamanho, atividade econômica, importância regional entre outras características:
Municípios: no Brasil, são as menores divisões político-administrativas, todo município possui governo próprio, sua área de atuação compreende as zonas urbana e rural pertencentes ao município. [citar referência bibliográfica]
Cidade: é a sede do município, independente do número de habitantes que possa ter, as atividades econômicas nas cidades diferem das do campo, as atividades principais são centralizadas nos setor secundário (O setor secundário é o setor da economia que transforma produtos naturais produzidos pelo setor primário em produtos de consumo, ou em máquinas industriais/ produtos a serem utilizados por outros estabelecimentos do setor secundário) e terciário (o setor terciário no contexto da economia, envolve a comercialização de produtos em geral, e o oferecimento de serviços comerciais, pessoais ou comunitários, a terceiros). [citar referência bibliográfica]
Macrocefalia urbana: caracteriza-se pelo crescimento acelerado dos centros urbanos, principalmente nas metrópoles, provocando o processo de marginalização das pessoas que por falta de oportunidade e baixa renda residem em bairros que não possuem os serviços públicos básicos, e com isso enfatiza o desemprego, contribui para a formação de favelas, resultando na exclusão social de todas as formas. [citar referência bibliográfica]
Metrópoles: são as cidades que sediam regiões metropolitanas. Exemplo: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte. [citar referência bibliográfica]
Conurbações: é o fenômeno em que, devido ao crescimento da zona urbana de um município esta ultrapassa seus limites e assim se funde à zona urbana de municípios vizinhos. Exemplo: Rio de Janeiro ou São Paulo, com os respectivos municípios de suas regiões metropolitanas. [citar referência bibliográfica]
Regiões metropolitanas: É a união de dois ou mais municípios formando uma grande malha urbana, é comum nas cidades sedes de estados. Exemplo: Goiânia, Aparecida de Goiânia e cidades do entorno. [citar referência bibliográfica]
Megalópole: É a união de duas ou mais regiões metropolitanas. [citar referência bibliográfica]
Tecnopolos: ou cidades-ciência, são cidades onde estão presentes centros de pesquisas, universidades, centros de difusão de informações. Geralmente os tecnopolos estão alienados a universidades e indústrias.
Verticalização: é a transformação arquitetônica de uma cidade, ou seja, a mudança da forma horizontal das construções (ex: casas), para a verticalização (construção de prédios). [citar referência bibliográfica]
Segregação espacial: é o foco do poder público às regiões onde a parcela da população possui melhor poder aquisitivo, e omissão às regiões periféricas desprovidas dos serviços públicos. [citar referência bibliográfica]
Cidades formais: são cidades projetadas, que comportam rede de saneamento básico e ruas planejadas com suporte ao trânsito. [citar referência bibliográfica]
Cidades informais: são compostas pelas regiões onde não existem infra-estrutura suficiente. [citar referência bibliográfica]
Dia Mundial do Urbanismo[editar | editar código-fonte]
08 de novembro[editar | editar código-fonte]
Segundo importantes organismos profissionais dos urbanistas como a Associação Internacional dos Urbanistas (ISOCARP, sigla em inglês), Conselho Europeu dos Urbanistas (CEU), Associação Asiática das Escolas de Planejamento Urbano e Regional (APSA), Associação Norte Americana dos Planejadores Urbanos (APA). A data é comemorada desde 1949, como uma estratégia para promover a consciência, a sustentação, a promoção e a integração entre a comunidade e o Urbanismo, de forma participativa, em todos os níveis de governo. Então é uma ótima oportunidade para repensarmos, refletirmos melhor sobre o Urbanismo enquanto área do conhecimento e sobre as reais condições de vida da população das cidades brasileiras.
O Dia mundial do Urbanismo[editar | editar código-fonte]
O Dia Mundial do Urbanismo é comemorado em 08 de novembro. Esta comemoração acontece através de exposições, artigos, conferências, seminários, fóruns, etc. onde se discutem temas relacionados ao Urbanismo e à questão urbana. Esta data comemorativa foi decretada pela Organización Internacional Del día Mundial del Urbanismo, fundada em 1949 , em Buenos Aires – Argentina, pelo professor Carlos Maria Della Paolera, da Universidade de Buenos Aires.
A iniciativa de se promover esta data para discutir o Urbanismo e os problemas urbanos se deu em razão de um clima de discussão teórica sobre o Urbanismo enquanto área do conhecimento e acerca das técnicas ou modelos que serviriam como princípios em todo o mundo, pois já aconteciam eventos de discussão como os CIAM´S – Congresso Internacional de Arquitetura Moderna, além dos CIRPAC e outros eventos na época que tinham este objetivo.
O símbolo, ou emblema, que representa este dia, foi desenhado pelo mesmo criador da data comemorativa em 1934, e simboliza uma trilogia de elementos naturais essenciais à vida humana : o sol (representado em amarelo), a vegetação (representada em verde) e o ar (em azul). Nota-se então uma preocupação com o equilíbrio entre o meio natural e o meio antrópico (urbanizado) nas grandes cidades, numa tentativa de se promover uma maior proporção de espaços livres (verdes), em harmonia com o ambiente construído.
No entanto, esta foi uma época em que se ressaltavam as premissas do Urbanismo Moderno, da cidade funcional, em que as atividades são divididas por zonas pré-definidas,sem a possibilidade de coexistência das mesmas, conforme é defendido na Carta de Atenas. A Carta de Atenas é resultado de um CIAM, que aconteceu nesta cidade grega, em 1933, coordenado pelo Arquiteto Le Corbusier, que ficou famoso por difundir estas ideias, como conjunto de princípios do Urbanismo, em várias partes do mundo.
Mais tarde estas ideias viriam a ser contestadas e discutidas no meio técnico-científico, pois não existiria um modelo pré-definido para intervir numa cidade e planejá-la nem funções rígidas (que não permitissem, de maneira alguma a coexistência de alguns usos do solo), apesar de a Carta de Atenas ser, até hoje, um referência fundamenta quanto à teoria do urbanismo. A Carta de Machu Picchu, resultado de um evento realizado no Peru, em 1977, por exemplo, é um documento que trouxe algumas críticas à Carta de Atenas.[6]
Formação do urbanista[editar | editar código-fonte]
A graduação em Arquitetura e Urbanismo no Brasil, estabelecida pelas Diretrizes Curriculares Nacionais (Resolução CNE/CES/MEC nº 2, de 2010) e regulamentada pela Lei Federal 12.378, de 30 de Dezembro de 2010 é oferecida nas mais de 270 escolas e faculdades de Arquitetura e Urbanismo e contempla de forma ampla a formação deste profissional.
Na UNEB - Universidade do Estado da Bahia, existe o Curso de Bacharelado em Urbanismo, único do Brasil que forma especificamente urbanistas. O curso é reconhecido pelo Ministério da Educação, desde 2002.
Na UFABC - Universidade Federal do ABC, existe o Curso de de Bacharelado em Ordenamento do Território, que forma profissionais amplamente especializados em urbanismo, gestão ambiental e de recursos hídricos, e engenharia florestal. Sendo não tão objetiva quanto a graduação da UNEB. Reconhecido pelo MEC desde 2006.
Na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro existe o Curso de Domínio Adicional em Estudos das Cidades; havendo também o Curso de Bacharelado em Arquitetura e Urbanismo. O curso é reconhecido pelo MEC desde 2007.
Na UFRJ, existem programas de pós-graduação distintos de Arquitetura e Urbanismo, o que também são raros, além da pós-graduação em Planejamento Urbano e Regional. Na UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul também existe curso de pós-graduação nos níveis de mestrado e doutorado em Planejamento Urbano e Regional (PROPUR).
A PUC-Campinas também oferece curso de pós-graduação na área, além da USP e UNICAMP.
O Curso de Urbanismo da UNEB[editar | editar código-fonte]
O primeiro e único curso de Urbanismo em nível de graduação do Brasil é oferecido pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB), uma instituição que vem se caracterizando por suas iniciativas pioneiras. Criado em 1995, o Curso de Urbanismo teve sua primeira turma iniciada em 1996 e é oferecido no Campus I – Salvador, no Departamento de Ciências Exatas e da Terra (DCET).
A iniciativa de criação do Curso de Urbanismo partiu do professor Ney Castro, sendo abraçada pela UNEB. Para chegar à definição da estrutura curricular, a Universidade realizou uma pesquisa a fim de caracterizar e identificar necessidades no campo do urbanismo, tendo como referência municípios do Estado da Bahia. Além disso, foram consultados profissionais de reconhecidos méritos no campo do urbano de diversas áreas (advogados, administradores, arquitetos, assistentes sociais, biólogos, economistas, engenheiros civis, engenheiros sanitaristas, engenheiros (ou arquitetos) de transportes, geógrafos e sociólogos), de modo a obter uma avaliação qualitativa da viabilidade do Curso de Urbanismo em questão. Os resultados ratificaram a importância e necessidade de um profissional urbanista, como propunha o projeto do curso.
A pesquisa supracitada revelou que o mercado de trabalho não era atendido pelos profissionais formados na época. Além disso, as escolas tradicionais de formação em arquitetura (que estariam formando urbanistas) centravam-se, sobretudo, nos aspectos físicos da cidade (desenho urbano). Todavia, a conjuntura política e urbana exigia profissionais diferenciados, com uma compreensão mais ampla da questão.
Assim, o Curso de Urbanismo:
[...] que levará à diplomação de cada um dos seus concluintes como “Urbanista”, encerra não uma rearrumação ou reunião de disciplinas e matérias, anteriormente desordenadas e dispersas, porque: primeiramente, rompe metodologicamente com uma forma tradicional de prática pedagógica e acadêmica, através do aprofundamento de um estudo teórico que se baseia no que há de comum em vários campos do conhecimento científico referentes ao urbano (BAHIA, 2001, p. 69).
A formação acadêmica e profissional que proporciona a compreensão articulada dos diversos setores integrantes do tecido urbano confere ao urbanista formado na UNEB uma postura diferenciada frente às problemáticas urbanas atuais. Desse modo, é fundamental entender a totalidade da cidade, de modo a evitar que as políticas públicas sejam feitas setorialmente e isoladas, como se transporte e habitação não estivessem diretamente relacionados, para citar apenas um exemplo.[7]
Problemas urbanos[editar | editar código-fonte]
Associações/Ordens de urbanistas[editar | editar código-fonte]
·      Sociedade Brasileira de Urbanismo SBU
·      Conselho Europeu de Urbanistas CEU
·      Ordem Profissional dos Urbanistas do Québèc OUQ
·      International Society of City and Regional Planners ISOCARP
·      American Planning Association APA
·      Sociedad de Urbanistas del Perú SURP
·      Société Française des Urbanistes SFU
·      Asociación Española de Técnicos Urbanistas AETU
·      Associação Portuguesa de Planeadores do Território APPLA
·      Instituto de Cidades e Vilas com Mobilidade ICVM
Ver também[editar | editar código-fonte]
·      Carta de Atenas
·      Subúrbio
·      Cidade
·      Arquitetura
·      Paisagismo
·      Planejamento urbano
·      Política
·      Urbanização
·      Segregação espacial
·      Segregação urbana
·      Desenho urbano
·      Direito urbanístico
·      Alastramento urbano
·      Renovação urbana
·      Revitalização
Referências
1.      Ir para cima↑ Universidade McGill What is urban planning?
2.      Ir para cima↑ Universidade McGill What is Urban Design?
3.      ↑ Ir para:a b «Tabela 793 – População residente, em 1º de abril de 2007: Publicação Completa». Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA). 14 de novembro de 2007. Consultado em 30 de maio de 2008.
4.      ↑ Ir para:a b «Estimativas populacionais 2008» (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de agosto de 2008. Consultado em 1 de setembro de 2008.
5.      Ir para cima↑ «World Gazetteer – Welt: Ballungsräume». Consultado em 10 de agosto de 2008.
6.      Ir para cima↑ SBU Dia Mundial do Urbanismo
7.      Ir para cima↑ SBU Urbanismo na UNEB
Ligações externas[editar | editar código-fonte]
·      Cidade ONG (em português)
·      UrbanResources.net (em inglês)
·      SANTOS. J.Lázaro.C.. Reflexões por um conceito contemporâneo de urbanismo. Malha Urbana - Revista Lusófona de Urbanismo. Nº03. Lisboa: ULHT, 2006. Disponível em: <http://revistas.ulusofona.pt/index.php/malhaurbana/article/view/87/56>
·      PENA, João Soares. Curso de Urbanismo da UNEB: transdisciplinaridade necessária. PPGAU-UFBA, 2011. Disponível em: <http://www.ppgau.ufba.br/urba11/ST3_CURSO_DE_URBANISMO_DA_UNEB-_TRANSDISCIPLINARIDADE_NECESSARIA.pdf>
Bibliografia[editar | editar código-fonte]
·      ASCHER, François, "Los nuevos principios del urbanismo", Madrid, Alianza Editorial, SA, 2004
·      ASCHER, François, "Métapolis ou l'avenir des villes", Paris, Éditions Odile-Jacob, 1995
·      CHOAY, Françoise; O Urbanismo: Utopia e realidades de uma antologia; São Paulo: Editora Perspectiva, 2003, ISBN 85-273-0163-6
·      COSTA,Carlos Magno Miqueri. Direito Urbanístico Comparado - Planejamento Urbano - Das Constituições aos Tribunais Luso-Brasileiros. Editora Juruá. 2009.ISBN 978-85-362-2474-9
·      LE CORBUSIER; Planejamento urbano; São Paulo: Editora Perspectiva, 2004, ISBN 85-273-0212-8
·      HALL, Peter; Cidades do amanhã: uma história intelectual do planejamento e do projeto urbanos no século XX; Editora Perspectiva, 2004, ISBN 85-273-0276-4
·      RYKWERT, Joseph, "A sedução do lugar - A história e o futuro da cidade", S. Paulo, Martins Fontes, 2004
·      VÁSQUEZ, Carlos García, "Ciudad hojaldre - Visiones urbanas del siglo XXI"; Barcelona: Editoral Gustavo Gili, SA, 2004
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As cidades carecem de coerência, coordenação, fiscalização e prioridades bem definidas para seu desenvolmento saudável

sexta-feira, 8 de julho de 2016

No dia 15 de Julho o IEP recebe delegação de professores da University of Twente, da Holanda, para uma palestra sobre Mobilidade Urbana.

Palestra Internacional sobre Mobilidade Urbana



INSTITUTO DE ENGENHARIA DO PARANÁ <informatica@creapr.org.br>
22:03 (Há 9 horas)
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Prezado/a JOAO CARLOS CASCAES, você está recebendo um boletim.
No dia 15 de Julho o IEP recebe delegação de professores da University of Twente, da Holanda, para uma palestra sobre Mobilidade Urbana. 
Os profissionais estarão em Curitiba para estabelecer uma agenda da colaboração de pesquisa. 
A participação é gratuita. 
A palestra será proferida em inglês, haverá ajuda de tradutor apenas para formulação de perguntas. 
Palestrantes: 
Prof Karst Geurs - Appointed Full Professor of Transport Planning at the Centre for Transport Studies (CTS) at the University of Twente. 
Prof Marcel Boogers - Holds the chair in Innovation and Regional Governance at the Public Administration Department at the University of Twente. 
Dr Maya van den Berg  - coordinator of the Smart Cities Initiative at the University of Twente.



Serviço:

Palestra Internacional sobre Mobilidade Urbana
Data: 15/07/2016 (sexta-feira)
Horário: 19:00h
Local: Instituto de Engenharia do Paraná, Rua Emiliano Perneta, 174

quinta-feira, 7 de julho de 2016

domingo, 19 de junho de 2016

euronews right on - Une vie sans entraves pour les personnes handicapées







Publicado em 26 de nov de 2012
http://fr.euronews.com/ Trop souvent, les personnes handicapées doivent devenir des athlètes pour franchir les obstacles qu'elles rencontrent en ville. L'accessibilité est loin d'être une réalité en Europe, mais de plus en plus de villes en ont fait un objectif prioritaire.

Pour en parler, nous avons rencontré aux Pays-Bas, Kees-Jan van der Klooster. Malgré un accident de snowboard en 2001 qui le laisse paralysé, le jeune homme vit à cent à l'heure. Il participe à des compétitions de ski (il a remporté une médaille d'or aux Winter X Games en 2008) et apprend à des enfants en fauteuil à circuler dans un monde rarement adapté à leurs besoins.

K.-J. le constate lui-même, par exemple lorsqu'il veut entrer dans un restaurant d'Amsterdam. Après avoir péniblement gravi quelques marches, il doit rebrousser chemin. Les toilettes lui sont inaccessibles. On lui conseille de tenter sa chance dans l'établissement voisin.


Cette fois, la mission est accomplie, mais il reste encore un défi à relever. A l'intérieur, il y a encore trois hautes marches à passer pour atteindre la salle où des places sont disponibles, ainsi que les toilettes.

L'installation d'une rampe aurait permis d'éviter toutes ces difficultés, mais la législation des Pays-Bas comme dans de nombreux pays européens n'impose pas de normes claires sur les aménagements à mettre en oeuvre pour rendre accessibles les bâtiments existants accueillant du public et sur le délai pour les réaliser.
Dans les Etats membres qui disposent de lois en la matière, les sanctions sont souvent, peu nombreuses en raison de contrôles insuffisants.

"J'ai atteint les toilettes de ce restaurant," raconte Kees-Jan van der Klooster, " car j'ai la chance d'avoir un petit fauteuil, mais avec un fauteuil électrique, il aurait été impossible d'aller aux toilettes dans ce restaurant. C'est vraiment dommage," ajoute-t-il, "parce que ce restaurant est bon et sympa, mais l'accessibilité, ce n'est pas tout-à-fait ça !"

Les trois hautes marches que K.-J. a gravi avec de l'aide peuvent très bien dissuader une autre personne en fauteuil, de déjeuner ici voire de sortir de chez elle. "Très peu de personnes handicapées ont une présence active dans la société, en particulier celles en fauteuil qui sont nombreuses à rester à leur domicile," affirme le jeune hollandais, "quand il y aura plus de gens en fauteuil qui sortiront," espère-t-il, "les propriétaires de commerces réaliseront peut-être qu'il faut améliorer leur accessibilité."

A des milliers de kilomètres de là, l'Espagne figure parmi les pays à la pointe de l'accessibilité. La Fondation ONCE y est pour beaucoup. Elle milite pour l'intégration sociale des personnes handicapées. Plusieurs villes espagnoles ont été distinguées pour leurs efforts. C'est le cas d'Avila qui a remporté en 2010, la première édition du Prix européen des villes accessibles.

Dans le jury, Jesús Hernández-Galán qui occupe justement un poste de direction à la Fondation ONCE. Nous rencontrons à Madrid, cet observateur privilégié de la façon dont les villes adaptent leur urbanisme au handicap. "Les villes européennes font des efforts pour devenir plus accessibles ; il y a des améliorations, mais elles sont mises en oeuvre trop lentement," souligne Jesús Hernández-Galán. "On a besoin d'une loi sur l'accessibilité à l'échelle de l'Union européenne," insiste-t-il, "il faut harmoniser les législations en vigueur dans les Etats membres pour faire en sorte que tous les pays avancent dans la même direction."

En Espagne, la Fondation ONCE coopère avec des écoles d'architecture et des entreprises pour concevoir des centres urbains adaptés et éviter qu'ils ne deviennent des labyrinthes.

Le quartier de Valdebebas en cours de construction dans le nord de Madrid est considéré comme un site pionnier et exemplaire. Dès les tout premiers plans, les architectes ont tenu compte du critère d'accessibilité en consultant des experts de la Fondation. Grâce aux matériaux, couleurs et textures choisis, les personnes handicapées peuvent mieux s'orienter. "Sur les trottoirs, on a réalisé deux bandes au sol : l'une statique, l'autre dynamique," explique Susana Canogar, directrice de la planification urbaine de Valdebebas, "la bande dynamique est faite de pavés plus gros, pour donner l'idée de mouvement," explique-t-elle, "à côté, la bande statique a des pavés plus petits qui permettent d'indiquer aux piétons qu'ils vont rencontrer des obstacles."


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quinta-feira, 9 de junho de 2016

Documental "YO SOY: la discapacidad en primera persona" (subtitulado)





Publicado em 3 de dez de 2013
Documental completo "YO SOY: la discapacidad en primera persona", eje de la campaña internacional de COCEMFE que tiene como objetivo promocionar el derecho al trabajo, recogido en el artículo 27 de la Convención sobre los derechos de las personas con discapacidad de las Naciones Unidas, y está enmarcada en el Año Iberoamericano de la Inclusión laboral de las Personas con Discapacidad. Narra la historia de Hubert, Yolanda, Marilyn y Candelario, cuatro personas que a través de sus experiencias personales logran reflejar los avances y retos de la inclusión laboral de las personas con discapacidad física. El documental, fue grabado en Perú, Ecuador, República Dominicana y El Salvador por la productora Camina como Hablas. La campaña cuenta con el apoyo de la Oficina de Derechos Humanos del Ministerio de Asuntos Exteriores y de Cooperación de España y del proyecto "TICs, derechos humanos y discapacidad en red en América Latina y el Caribe", y está financiada por la AECID y Fundación ONCE.#yosoyladiscapacidad

"YO SOY: la discapacidad en primera persona" (Spot)







Publicado em 3 de dez de 2013
Spot de "YO SOY: la discapacidad en primera persona", documental de la campaña internacional de COCEMFE que tiene como objetivo promocionar el derecho al trabajo, recogido en el artículo 27 de la Convención sobre los derechos de las personas con discapacidad de las Naciones Unidas, y está enmarcada en el Año Iberoamericano de la Inclusión laboral de las Personas con Discapacidad. Narra la historia de Hubert, Yolanda, Marilyn y Candelario, cuatro personas que a través de sus experiencias personales logran reflejar los avances y retos de la inclusión laboral de las personas con discapacidad física. El documental, fue grabado en Perú, Ecuador, República Dominicana y El Salvador por la productora Camina como Hablas. La campaña cuenta con el apoyo de la Oficina de Derechos Humanos del Ministerio de Asuntos Exteriores y de Cooperación de España y del proyecto "TICs, derechos humanos y discapacidad en red en América Latina y el Caribe", y está financiada por la AECID y Fundación ONCE.#yosoyladiscapacidad

segunda-feira, 6 de junho de 2016

The Shared City: How Technology Will Improve Urban Living





de 2015
Massive urban growth and rapid technological innovation are colliding to create a historic moment in time that will alter the future of cities. Sidewalk Labs CEO Daniel L. Doctoroff discusses how emerging technologies will enable cities and citizens to share resources in new ways and help tackle many of the biggest and most intractable urban challenges.

Daniel L. Doctoroff
Chief Executive Officer, Sidewalk Labs

La négation du piéton, VOSF







Publicado em 28 de out de 2015
La négation du piéton
Titre original: La negación del peatón
Mexique-France, 2015, 15 min. 45

À Mexico, le piéton est l’usager le plus vulnérable de la voie publique. Le manque de qualité des aménagements piétonniers et le non-respect du code de la route par les conducteurs de véhicules, le mettent en danger permanent. Dans ce contexte, il a développé une façon particulière de se comporter dans l’espace urbain et de contourner la norme, qui a mené à qualifier sa conduite d’ « imprudente ». En réalité, l’attitude adoptée par le piéton nous renseigne sur la configuration spatiale de la ville, la qualité des espaces publics et la nature des politiques de planification urbaine et de sécurité. Ce court-métrage cherche à démythifier l’idée selon laquelle le piéton est responsable des accidents de la route et propose des principes de base pour reconstruire nos villes à échelle humaine.

Réalisateur: Mónica R. Sánchez
Direction de recherche: Ruth Pérez López
Scénario: Mónica R. Sánchez et Ruth Pérez López
Caméras: Mónica R. Sánchez, Ruth Pérez López et Aarón Borrás López
Mixage: Mónica R. Sánchez
Graphisme: Aarón Borrás López
Voix off: Alonso Rubio
Spécialistes interviewés: Yazmín Viramontes, John Orcutt et Ruth Pérez
Sous-titrage: Jessica Garduño
Traductions: Ruth Pérez et France Guérin-Pace
Avec le soutient de: Ambassade de France au Mexique, Centre d'Études Mexicaines et Centraméricaines (CEMCA), Instituto of Transportation and Development Policy (ITDP), Bicitekas, A.C., Liga Peatonal, A.C.