No Brasil, na maioria de suas cidades, estamos na pré história do urbanismo.
Ainda não conseguimos convencer nossas autoridades de que as cidades precisam ter calçadas bem feitas, seguras, transitáveis, tudo oferecendo boa mobilidade para os pedestres.
Não temos Acessibilidade, Inclusão, Segurança, infelizmente!
Considerar a possibilidade de reurbanização das cidades dando prioridade ao ser humano, esquecido com as teses importadas.
segunda-feira, 30 de junho de 2014
Pré História do Urbanismo
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06:35
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quinta-feira, 26 de junho de 2014
Eng. Antonio Borges dos Reis e a Acessibilidade
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12:35
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quinta-feira, 1 de maio de 2014
Creating the enabling environment for disabled people to participate as equal members of society
Publicado em 24/09/2013
The Dorothy Springer Trust (DST), operating in Sierra Leone, aims to transform the lives of disabled people in Sierra Leone by preparing them for skilled employment through the provision of training scholarships in Information, Communication Technology (ICT). The premise of the DST ICT model is to 'train and place PWDs into IT jobs', thereby transforming their lives by becoming independent and able to contribute to national development through the payment of taxes. The project is strongly focused on inclusion and equality, whether it is in education, employment or social status.
Presenter: Abdulai Dumbuya
Symposium on Disability, Technology and Rehabilitation in Low and Middle Income Countries
Presenter: Abdulai Dumbuya
Symposium on Disability, Technology and Rehabilitation in Low and Middle Income Countries
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07:50
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Symposium on Disability,
Technology and Rehabilitation in Low and Middle Income Countries
segunda-feira, 7 de abril de 2014
Acessibilidade e inclusão dos idosos
Viver muito significa ser, gradativamente, pessoa solitária,
isolada, prisioneira de preconceitos e restrições de segurança, saúde,
sensoriais, intelectuais, físicas, mas, acima de tudo, vítima da estupidez
humana, algo surpreendentemente generalizado e até colocado como algo desejável
pela mídia, filmes, livros etc.
As super-raças não toleram os mais fracos.
Percebemos a galhofa até entre pessoas que deveriam ser mais
sensíveis ao pesadelo de viver com restrições.
Algo constrangedor ao participar de reuniões, seminários,
congressos etc. é sentir a falta de atenção para as pessoas mais velhas. A
sensação é a de que não existem e todos, até por justa causa, centram metas,
propostas e planos em cima de questões pessoais e familiares.
A miopia e o egoísmo de lideranças importantes acabam sendo
prejudiciais às suas causas.
Nossa sociedade precisa mudar, evoluir, transformar-se e
isso só será conquistado se nos unirmos de forma objetiva, racional e
persistente.
As bandeiras a favor das pessoas com deficiência têm uma
vantagem que precisa ser explorada e ampliada, principalmente pelas próprias
pessoas com deficiência, a universalização da necessidade de mobilidade,
comunicação, trabalho, dignidade para todos em qualquer idade e situação
pessoal.
Com relação ao envelhecimento é desnecessário dizer o que
acontece, é visível, perceptível por aqueles que se preocupam ou estão nessa
condição.
A nossa sociedade consegue viver mais. Isso é
importantíssimo. Pensando no que acontecia com nossos pais e outros mais velhos
vamos entender que eles, vivendo pouco e mal num mundo tremendamente
restritivo, pouco se preocupavam com a terceira idade, por exemplo.
Meu pai dizia que após os quarenta anos estaríamos devendo
ao cemitério...
Grandes personagens da história da Humanidade muito cedo
atingiram o clímax de suas carreiras, e não fosse isso simplesmente teriam
desaparecido sem deixar vestígios. Era uma corrida contra o tempo, sem falar no
cenário extremamente pobre de informações, cultura técnica, social, política
etc.
Ou seja, estamos numa época em que as pessoas prolongam suas
capacidades e têm tempo para criar novas formas de participação, trabalho,
lazer, cultura e tudo o que qualquer sociedade inteligente é capaz de produzir.
Vive-se mais, sim, mas a Natureza é implacável. Ainda não
conseguimos dominar integralmente o reloginho da vida que aos poucos vai
desligando nossos servomecanismos, CPUs, sistemas de transmissão de dados, desativando
o sistema operacional, apagando programas e arquivos, inibindo o transporte de combustíveis,
lesionando ao aproveitamento de alimentos etc.
O corpo humano é fantástico, mas se fragiliza com a idade,
precisa morrer.
Desafiamos a Natureza e perdemos entre nós.
A sociedade moderna, principalmente em países
subdesenvolvidos eticamente, é feita para atletas ou pessoas perfeitamente
caracterizadas e capazes de protegerem seus direitos. Os idosos, até porque mal
percebem que amanhecem sempre piores, não reagem. É igual a matar um sapo em
água que esquenta devagar, ele vai morrer sem reagir.
Os direitos e as necessidades das PcD ganham leis, decretos
etc., até o rigor semântico gasta tempos caros e preciosos em inúmeros eventos
muitas vezes pagos pelos contribuintes.
O que todos podem e devem compreender é que a reurbanização
a favor da inclusão dos idosos e das idosas significará o aprimoramento de tudo
para todos os tipos de limitações em qualquer idade.
É de irritar, isso é fácil quando começamos a ficar
ranzinzas, ver e ouvir ênfases egoístas, primárias. A visão holística a favor
da sociedade humana é essencial, sem preconceitos ou paradigmas antigos e
superados.
Lembrando sempre que todos que estão vivos poderão chegar à
terceira idade, exceto se portadores de doenças letais, ainda assim passíveis
de cura amanhã, é importante e prudente valorizar a dignidade, a inclusão e o
respeito aos idosos e às idosas...
Cascaes
19.3.2014
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08:19
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quarta-feira, 2 de abril de 2014
Oficina sobre habitação e a revisão do plano diretor de Curitiba
De: Bruno
Meirinho
Enviada em: quarta-feira, 2 de abril de 2014 22:01
Para:
Assunto: 04/abr 19h - MOBILIZA CURITIBA - Encontro sobre a questão da Habitação e o Plano Diretor de Curitiba
Enviada em: quarta-feira, 2 de abril de 2014 22:01
Para:
Assunto: 04/abr 19h - MOBILIZA CURITIBA - Encontro sobre a questão da Habitação e o Plano Diretor de Curitiba
Envio este e-mail
para lhe fazer o convite para participar de um encontro sobre a questão da
habitação na revisão do Plano Diretor de Curitiba.
O encontro é uma
realização do grupo MOBILIZA CURITIBA, que reúne organizações dos movimentos
sociais para o debate da revisão do Plano Diretor.
O evento acontecerá
na próxima sexta-feira, dia 04 de abril, às 19h00, no ANF 100 da REITORIA DA
UFPR (Rua General Carneiro, 460, Centro, Curitiba).
No sábado, dia 05
de abril, faremos um novo encontro, para conhecer casos de comunidades em luta
por moradia e direitos básicos na cidade de Curitiba, e elaborar propostas para
a Revisão do Plano Diretor de Curitiba. Sua presença será muito bem vinda, e o
encontro deverá acontecer durante o dia inteiro, a partir das 9h30 até as
17h00. Este encontro acontecerá na APP-Sindicato, no Edifício Asa, Rua
Voluntários da Pátria, 475, 14º Andar, Sala 1407.
CONVITE:
Oficina sobre
habitação e a revisão do plano diretor
04/abr - 19h00
- Zoneamento e instrumentos de política urbana - Reitoria da UFPR - Anf 100 -
Rua General Carneiro, 460)
05/abr -
9h30/17h - Plano Diretor e a luta por moradia das comunidades em Curitiba
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18:43
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terça-feira, 1 de abril de 2014
O absurdo de se manter padrões perigosos de calçadas em Curitiba - o desabafo da Professora Leomar Marquesini
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07:45
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quinta-feira, 20 de março de 2014
Você sabia que o desenho das nossas cidades exerce grande influência sobre a sua saúde?!
Você sabia que o desenho das nossas cidades exerce grande influência sobre a sua saúde?!
O Cidade Ativa e o USP Cidades promoverão no dia 16 de abril o Fit Cities São Paulo, uma conferência que trata do tema da saúde e estilo de vida e a relação com o ambiente das cidades.
Seguindo o exemplo de experiências bem sucedidas no exterior em cidades como Nova Iorque e Londres, a conferência busca integrar as discussões em torno da qualidade do espaço urbano e seus usos (como fazemos os nossos deslocamentos diários, onde e como moramos, onde passamos o nosso tempo livre, entre outras questões) com seus efeitos na saúde dos cidadãos.
Acesse a página do evento:https://www.facebook.com/fitcitiessaopaulo2014
O Cidade Ativa e o USP Cidades promoverão no dia 16 de abril o Fit Cities São Paulo, uma conferência que trata do tema da saúde e estilo de vida e a relação com o ambiente das cidades.
Seguindo o exemplo de experiências bem sucedidas no exterior em cidades como Nova Iorque e Londres, a conferência busca integrar as discussões em torno da qualidade do espaço urbano e seus usos (como fazemos os nossos deslocamentos diários, onde e como moramos, onde passamos o nosso tempo livre, entre outras questões) com seus efeitos na saúde dos cidadãos.
Acesse a página do evento:https://www.facebook.com/fitcitiessaopaulo2014
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01:20
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Mara Gabrilli
sábado, 8 de março de 2014
Seminário de Sensibilização para a Política e o Plano de Mobilidade Urbana - Curitiba (PR)
Sent: Friday, March 07, 2014 2:38 PM
Subject: Seminário de Sensibilização para a Política e o Plano de Mobilidade Urbana - Curitiba (PR)
Pessoal
Tomei conhecimento do Seminário que a programação esta abaixo, quem puder participar seria muito importante, pois o governo do Estado continua a boicotar o CONCIDADES-PR.
A inscrição é feita no site abaixo., no convite anexo remete ao site, é necessário fazer um cadastro antes de fazer a pré-inscrição.
Seminário de Sensibilização para a Política e o Plano de Mobilidade Urbana - Curitiba (PR)
| Órgão / Secretaria: | Secretaria Nacional de Transporte e da Mobilidade Urbana - SEMOB |
|---|---|
| Coordenador: | SEMOB |
| Local: | Auditório da Caixa Econômico Federal - Rua José Loureiro, 195 - 15ª andar - Curitiba, PR |
| Cidade / Estado: | Curitiba / PR |
| Carga Horária: | 8 horas |
| Data: | 11/03/2014 |
| Hora: | 08:30hs |
- Nº Vagas
- 150 vagas
- Prazo de Inscrição
- 14/02/2014 à 09/03/2014
- Sua pré-inscrição foi aceita, aguarde confirmação.
Objetivos:
Disseminar a Política de Mobilidade Urbana aos gestores municipais e à sociedade civil, bem como incentivar a reflexão e a participação de todos na propagação da política pública de mobilidade.
Metodologia:
Palestra sobre a importância política, econômica e social do conhecimento e aplicação da Lei de Mobilidade em todo o território nacional.
Apresentação da Lei em palestra com apoio visual em Power Point, seguida de questionamentos do público.
Debates sobre temas regionais com a participação dos palestrantes e do público.
Apresentação da Lei em palestra com apoio visual em Power Point, seguida de questionamentos do público.
Debates sobre temas regionais com a participação dos palestrantes e do público.
Tópicos:
Política Nacional de Mobilidade Urbana - Lei 12.587/2012
Desafios Políticos da Implementação da Lei 12.587/2012
Planos de Mobilidade Urbana
Controle Social e Política tarifária
Desafios Políticos da Implementação da Lei 12.587/2012
Planos de Mobilidade Urbana
Controle Social e Política tarifária
Público-alvo:
Prefeitos e gestores municipais. Além disso, deverão participar representantes do Pode Legislativo local e operadores do Direito (Ministério Público, Defensoria Pública. Aberto também para representantes da sociedade civil atuantes no setor de mobilidade.
Programação:
8h30 - Credenciamento e café da manhã
9h - Abertura
- Marco Antonio Vivas Motta - Diretor de Cidadania e Inclusão Social- SeMob - Ministério das Cidades
- Flávio Arns - Vice-Governador do Estado do Paraná
- Juracir Barbosa Sobrinho - Presidente Fomento Paraná
- Ratinho Júnior - Secretário de Estado de Desenvolvimento Urbano do Estado do Paraná
- Cássio Taniguchi - Secretário de Estado de Planejamento do Estado do Paraná
9h45 - Orientações da Gerência de Capacitações do Ministério das Cidades
10h - Política Nacional de Mobilidade Urbana - Principais Tópicos da Lei 12.587/12
- Ministério das Cidades/ SeMob - Martha Martorelli (Analista de Infraestrutura - SeMob - Mcid)
11h - Mesa Redonda: Desafios Políticos da Implementação da Lei 12.587/12
- Pedro Torres - Gerente de Políticas Públicas do ITDP
- João Ney Marçal Júnior - Secretário Municipal de Planejamento e Presidente do Instituto de Planejamento Urbano de Ponta Grossa
- Gil Fernando Bueno Polidoro - Assessor do Secretário de Planejamento do Estado do Paraná
- Mediador: Mário João Figueiredo - Prof. Dr. - Gerente de Operações - Setor Público - Fomento Paraná
12h - Intervalo para Almoço
14h - Mesa Redonda: Planos de Mobilidade e Instrumentos de Gestão
- Daniela Facchini - Diretora de Projetos & Operações - Embarq Brasil
- Liana Maria da Frota Carleial, Prof. - Presidente do Instituto Municipal de Administração Pública de Curitiba - IMAP
- Antônio Miranda - Coordenador do Plano Cicloviário - IPPUC
- Mediador: Marco Antônio Vivas Motta - Diretor de Cidadania e Inclusão Social do SEMOB- Ministério das Cidades
15h30 - Coffee Break
16h - Mesa Redonda: Controle Social e Política Tarifária
- Roberto Gregório da Silva Júnior
- Rosa Moura, Prof. Dra. - Observatório das Metrópolis
- Sérgio Luiz Perotto - Conselho das Cidades
- Mediador: Geraldo Freire Garcia - Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental - SEMOB - Ministério das Cidades
17h30 - Encerramento
Corpo Docente:
Marco Antonio Vivas Motta - Ministério das Cidades/ SEMOB
Martha Martorelli - Ministério das Cidades/ SEMOB
Pedro Torres - Gerente de Políticas Públicas - ITDP
Daniela Facchini - Diretora de Projetos & Operações - Embarq Brasil
Martha Martorelli - Ministério das Cidades/ SEMOB
Pedro Torres - Gerente de Políticas Públicas - ITDP
Daniela Facchini - Diretora de Projetos & Operações - Embarq Brasil
Parceiros:
Conselho Nacional das Cidades
Embarq Brasil
ITDP
Governo do Estado do Paraná
Embarq Brasil
ITDP
Governo do Estado do Paraná
Comentários:
O seminário em questão é parte de um plano de capacitação, proposto pela Secretaria Nacional de Transporte e da Mobilidade Urbana, que visa divulgar a política nacional de mobilidade, propagar conhecimentos mais aprofundados sobre o tema, além de instrumentalizar os municípios para a elaboração dos respectivos planos de mobilidade.
A participação da prefeitura no seminário é condição para a prefeitura enviar representantes para o curso de capacitação promovido pelo Ministério das Cidades.
A participação da prefeitura no seminário é condição para a prefeitura enviar representantes para o curso de capacitação promovido pelo Ministério das Cidades.
VALDIR A. MESTRINER
Diretor Presidente
SINDIURBANO-PR Sindicato dos Trabalhadores em Urbanização do Estado do Paraná
Rua Marechal Deodoro, 869 Sala 401
Cep 80060-010 Curitiba - Pr
Fones:(41)3262-6772 / (41)8412-0135
Diretor Presidente
SINDIURBANO-PR Sindicato dos Trabalhadores em Urbanização do Estado do Paraná
Rua Marechal Deodoro, 869 Sala 401
Cep 80060-010 Curitiba - Pr
Fones:(41)3262-6772 / (41)8412-0135
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05:56
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quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
Mara Gabrili testando a Av. Paulista quando ainda tinha pedra portuguesa naquela calçada Re: Proposta de Seminário sobre conclusão e entrega de imóveis E OBRAS PÚBLICAS, o respeito à legislação sobre ACESSIBILIDADE
De: Antonio Borges dos Reis
Enviada em: quinta-feira, 26 de dezembro de 2013 17:49
Para: Roberto Luis Fonseca de Freitas
Cc: ...
Assunto: Mara Gabrili testando a Av. Paulista quando ainda tinha pedra portuguesa naquela calçada Re: Proposta de Seminário sobre conclusão e entrega de imóveis E OBRAS PÚBLICAS, o respeito à legislação sobre ACESSIBILIDADE
Enviada em: quinta-feira, 26 de dezembro de 2013 17:49
Para: Roberto Luis Fonseca de Freitas
Cc: ...
Assunto: Mara Gabrili testando a Av. Paulista quando ainda tinha pedra portuguesa naquela calçada Re: Proposta de Seminário sobre conclusão e entrega de imóveis E OBRAS PÚBLICAS, o respeito à legislação sobre ACESSIBILIDADE
Vejam o exemplo da Mara Gabrilli em São Paulo.
Lá ela conseguiu convencer os administradores municipais a
retirar o petit pavet da Av. Paulista. Neste vídeo ela ainda iria assumir sua
cadeira na Câmara Municipal, hoje já é Deputada Federal. Ela deverá
estar em Curitiba dia 28 de março, no III Seminário Internacional de
Acessibilidade promovido pelo CREA-PR comentando justamente este
caso.
https://www.facebook.com/borges20000/posts/10201046755325291
https://www.facebook.com/borges20000/posts/10201046755325291
Quem em 2014 tenhamos mais vitórias a comemorar em
Curitiba na área de acessibilidade.
Um FELIZ ANO NOVO a todos.
Abraços
Antônio Borges dos Reis
Enviado em 08/02/2008
Um teste na Avenida Paulista, analisando as condições de ruas e calçadas para os deficientes e as pessoas de mobilidade reduzida.
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12:13
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Vers un système d'information géographique spatio-temporelle et à la volée...
Vers un système d'information géographique spatio-temporelle et à la volée...
Enviado em 25/01/2012
La vie sociale d'une communauté nécessite l'aménagement des espaces publics urbains de manière à assurer l'accès aux lieux et aux activités fondamentales à tous ses membres. Néanmoins, le paysage urbain contemporain renferme plusieurs obstacles qui créent une forme d'exclusion sociale pour les personnes souffrant d'une déficience motrice. Ces obstacles entravent la mobilité de ces personnes de manière variable en fonction de la nature du déficit. Ces mêmes barrières sont souvent non perçues par les autres utilisateurs de l'espace public. Selon le modèle de Processus de Production du Handicap (PPH), la qualité de la participation sociale des individus résulte de l'interaction entre leurs facteurs personnels (identité, aptitudes physiques, etc.) et l'environnement physique et social dans lequel ils vivent. Ainsi, pour aider les personnes souffrant de déficience motrice à s'intégrer activement dans la société, il est nécessaire tout d'abord d'évaluer l'effet des différents obstacles de l'environnement sur l'accessibilité des lieux et des activités à travers un certain nombre d'indicateurs. Ces indicateurs, qui seront définis en fonction de la perception et du niveau d'incapacité de cette catégorie de la population, serviront par la suite à concevoir un système d'information géographique spatio-temporelle et à la volée, pour représenter l'information sur l'accessibilité des espaces publics. Un tel système permettra une intégration des changements importants ainsi que ceux temporaires dans le paysage urbain. En outre, ce système offrira une interaction à la volée avec les utilisateurs pour les informer sur l'accessibilité de l'environnement de navigation, et cela en fonction de la nature du déficit dont la personne souffre. Également, ce SIG servira à évaluer la pertinence et l'efficacité des politiques gouvernementales et municipales (telles que le guide pratique d'accessibilité universelle (ville de Québec)), qui sont mises (ou à mettre) en place pour rendre les espaces publics plus accessibles quelle que soit la capacité physique des individus.
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06:18
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e guide pratique d'accessibilité universelle (ville de Québec),
système d'information géographique spatio-temporelle et à la volée
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
Misture tudo: Pessoas Diferentes + Pessoas Capazes de Ações Eficientes + Pessoas com Deficiência: ACESSIBILIDADE - Natal
Misture tudo: Pessoas Diferentes + Pessoas Capazes de Ações Eficientes + Pessoas com Deficiência: ACESSIBILIDADE - Natal: Fonte: http://www.cbnfoz.com.br/editorial/brasil/05122013-53724-vila-de-natal-ganha-acessibilidade-para-cadeirantes-em-gramado Quinta...
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18:49
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sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
Acessibilidade - a teimosia e padrões nocivos ao povo - petit pavê
De: João Carlos Cascaes
Enviada: Sexta-feira, 20 de Dezembro de 2013 11:45
Para: 'Ricardo Mesquita'
Assunto: RES: Proposta de Seminário sobre conclusão e entrega de imóveis E OBRAS PÚBLICAS, o respeito à legislação sobre ACESSIBILIDADE
Enviada: Sexta-feira, 20 de Dezembro de 2013 11:45
Para: 'Ricardo Mesquita'
Assunto: RES: Proposta de Seminário sobre conclusão e entrega de imóveis E OBRAS PÚBLICAS, o respeito à legislação sobre ACESSIBILIDADE
Ricardo
No
caso do IPPUC e Praça Afonso Botelho vale uma ação judicial específica, como
fizemos com a Av. Marechal Deodoro.
O
posicionamento do IPPUC é evidente, confessado, explícito, ou seja, existe
“dolo”.
Em
qualquer tempo essa ação poderá acontecer, principalmente por parte de quem for
vítima do petit pavê.
Cascaes
20.12.2013
De: Ricardo Mesquita
Enviada em: quinta-feira, 19 de dezembro de
2013 19:01
Para: João Carlos Cascaes
Cc:
Para: João Carlos Cascaes
Cc:
Assunto: Proposta de Seminário sobre
conclusão e entrega de imóveis E OBRAS P ÚBLICAS, o respeito à legislação sobre
ACESSIBILIDADE
Cascaes
sua
sugestão é bastante oportuna, mas também devemos dar uma especial atenção aos
projetos desenvolvidos dentro dos órgãos públicos.
Esta
semana me deparei no site da prefeitura, com o projeto de remodelação da pça
Afonso Botelho prevendo a execução das calçadas novamente em petit-pavè,
alegando ser um modelo "estruturado" e "lixado". Ora, sabemos
que além do fato de soltar-se com facilidade outra característica que depõe
contra este revestimento é o fato de ficar extremamente escorregadio ao ser
polido pelo uso. Existem laudos, como de um geólogo da UFPR que afirmou o
seguinte:
As
rochas utilizadas para fins de calçamento sofrem solicitações naturais
e
artificiais, que provocam desgaste, perda de resistência mecânica,
fissuração,
manchas, formação de crostas (eflorescência de sais), mudança
de
coloração e escorregabilidade. As solicitações naturais estão
relacionadas
ao intemperismo geológico, deformação (tectônica e atectônica
que
não ocorre em Curitiba) e erosão. As solicitações artificiais estão
ligadas
à lavra, beneficiamento, manuseio, uso, aplicações e excesso de
tráfego.
As
alterações mais importantes ocorrem pelo ataque físico-químico dos
minerais
constituintes das rochas, podendo-se destacar para o caso da
calçada
“petit pavê” de Curitiba alguns parâmetros conhecidos:
-
a parte branca é constituída de rochas dos tipos dolomito e calcário (
minerais
calcita e dolomita principalmente). Calcita e dolomita, que são
carbonatos
e principais constituintes da rocha esbranquiçada da calçada,
sofrem
ataque de todas as soluções aciduladas; o elevado
tráfego produz o
alisamento da superfície e com presença de água se tornam
escorregáveis.
-
a parte preta ou escura é constituída por basaltos, gabros ou diabásios.
A
mineralogia dessas rochas é composta de minerais máficos (escuros), que
são
mais alteráveis por oxidação que os demais minerais claros,
salientando-se
que alguns deles (mineral máfico), degrada-se por insolação
e
modifica o padrão cromático da rocha; quando oxidados e com alto tráfego
também terão o processo de escorregabilidade induzida.
Ora,
o decreto 1066 estabelece apenas 3 modelos de revestimentos: placa de concreto,
blocos de concreto intertravados e CBUQ (asfalto).
Sabemos
de relatos Brasil afora, (inclusive da queda da Beatriz Segall), afirmando a
precariedade e perigo que este revestimento do tempo da pedra lascada oferece
aos transeuntes, notadamente idosos e pessoas com deficiência !!
Proponho
que seja incorporado com a máxima urgência este Seminário, com o módulo
calçadas e projetos públicos.
Antes
disso, devemos pedir vistas a todos os projetos que estão em andamento das
praças de Curitiba e opinar sobre suas características,
se
estão de fato cumprindo as leis e normas de acessibilidade.
Um
abraço acessível e sustentável
Ricardo
Em
18 de dezembro de 2013 13:41, João Carlos Cascaes <jccascaes@onda.com.br> escreveu:
CL
Professor
O
tema é atualíssimo.
Abraços
e grato pela manifestação de apoio.
Cascaes
De:
Enviada em: quarta-feira, 18 de dezembro de 2013 12:49
Para:
Para:
Assunto: Re: Proposta de Seminário sobre conclusão e entrega de imóveis, o respeito à legislação sobre
ACESSIBILIDADE
Prezado Amigo Cascaes,
Gostei da sugestão. Tem todo o meu apoio nesse Seminário.
Abraços
PMJF CL Tosihiro Ida
Em Qua 18/12/13 11:40, João Carlos Cascaes
escreveu:
Prezado
e MD Presidente do Instituto de Engenharia do paraná
Eng.
Cássio José ribas de Macedo
Assunto:
Respeito à legislação sobre Acessibilidade
Proposta:
Seminário sobre conclusão e entrega de imóveis, o respeito à legislação sobre
ACESSIBILIDADE
Prezado
amigo
Sugiro
a realização urgente de seminário sobre avaliação, certificação e recebimento
de empreendimentos imobiliários e o respeito dessas à Legislação existente
sobre acessibilidade e inclusão.
Provavelmente
muitos empreendedores e futuros condôminos assim como profissionais de
Arquitetura, Engenharia etc. possam estar mal informados sobre causas e efeitos
das leis brasileiras.
Sugiro
convidar a Câmara de Vereadores de Curitiba, OAB, MP, AMAPAR, CREA, CAU, etc.,
universidades, ONGs e associados do IEP para este evento que poderemos formatar
adiante.
Os
artigos, livro e filme sugeridos abaixo expressam minha opinião e ponderações
pertinentes.
Atenciosamente
e no aguardo de vossa orientação
Nossos
votos de um feliz Natal e muita saúde, força e vigor em 2014
João
Carlos Cascaes
Curitiba,
18.12.2013
- http://livros-e-filmes-especiais.blogspot.com.br/2013/12/inclusao-construindo-uma-sociedade-para.html
- http://idososbrasileiros.blogspot.com.br/2013/12/predios-novos-e-acessiveis-um-direito.html
- http://reurbanizacao-inclusiva.blogspot.com.br/2013/12/acessibilidade-ja-urgente-imediata.html
- http://direitodaspessoasdeficientes.blogspot.com.br/2013/12/imoveis-novos-obrigacao-de-fazer.html
- http://odmcuritiba.blogspot.com.br/2013/11/a-inclusao-universal-uma-necessidade-e.html
- http://conhecendoaadfp.blogspot.com.br/2013/12/o-arquiteto-e-urbanista-ricardo.html
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14:46
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IPPUC,
Praça Afonso Botelho
sábado, 14 de dezembro de 2013
Acessibilidade Já, urgente, imediata
Acessibilidade Já, urgente, imediata
Leis, decretos, normas técnicas e inúmeros seminários,
congressos, fóruns, cursos aconteceram no Brasil desde que o tema
ACESSIBILIDADE e INCLUSÃO [ (Cascaes, Direitos das Pessoas com
Deficiência) ,
(Cascaes, TIinformando) ] ganhou força, mas
pouca ou nenhuma eficácia [ (Cascaes, A Pessoa com Deficiência
Auditiva) ,
(Cascaes, A Pessoa com Deficiência Física) , (Cascaes, A Pessoa com Deficiência Intelectual, 2013) , (Entidades defendem fortalecimento de políticas públicas e de
conscientização da sociedade para combater violência contra a pessoa idosa.,
2012) ].
O que intriga é a desfaçatez e capacidade de protelação de
ações eficazes a favor das pessoas com deficiência.
Independentemente de críticas ao que aconteceu estamos
vivenciando um “boom” imobiliário, ou seja, muitos novos prédios poderão ser acessíveis
ou não, tudo dependendo da fiscalização e de critérios dos incorporadores.
As repartições públicas dedicadas a inspeções e alvarás têm
a obrigação de exigir o respeito à legislação existente (Mesquita, 2013) . Se isso acontecer, sob pena de
denúncias e processos se não respeitarem nossas leis, teremos uma coleção
enorme de prédios seguros e utilizáveis, com dignidade e conforto às pessoas
com deficiência, idosos e idosas, gente com doenças debilitantes e lesões
graves. Com certeza só construí-los não basta, educar porteiros, arquitetos e o
povo em geral é fundamental (Pegorini, 2013) .
Prédios em construção podem receber ajustes a favor da
acessibilidade com custos muito menores do que se feitos após entrega ao
condomínio. É algo inegociável e imediato. Simplesmente não podemos mais
tolerar a omissão, a protelação de ações objetivas a favor da PcD.
Com certeza estamos muito longe do cenário necessário e
suficiente à criança com deficiência, por exemplo. Surpreendemo-nos, por
exemplo, ao descobrir que ainda em 2013 na rede pública escolar sob responsabilidade
do município de Curitiba não existem tradutores LIBRAS para atendimento a aos
alunos (Cascaes, Quando as escolas
municipais terão condições de acolher estudantes surdos? - Curitiba , 2013) de acordo com a
legislação já antiga e lembrada por nós em ações junto ao Ministério Público.
O que importa de imediato, como já dissemos, é o que é
possível fazer agora para não perdermos oportunidades que serão muito mais difíceis
e lentas se não estivermos atentos.
As obras da Copa do Mundo estão relativamente vigiadas pelas
autoridades, os turistas não poderão ser afetados pela nossa insensatez. E nós
no dia a dia?
A capital paranaense se transforma em ruas cercadas por
prédios por todos os lados. Os desfiladeiros começam e turvar a visão ampla que
tínhamos de uma região cheia de rios e riachos e pequenas elevações verdes, a
Serra do Mar lá longe. Perdemos ambientes saudáveis, ganhamos lugares fechados
para viver, serão acessíveis a todos em qualquer condição?
Lamentavelmente a insegurança e as dificuldades de trânsito,
de mobilidade urbana e ofertas tentadoras induzem os moradores de Curitiba a se
mudarem para apartamentos. Nesses “pombais” a acessibilidade e segurança das
pessoas com deficiência estará garantida? O pesadelo para quem envelhece é
grande e os constrangimentos começam nas portarias onde sistemas de segurança
existem para quem enxerga e ouve sem dificuldades. Se para os idosos é difícil,
para quem é cadeirante o pesadelo é muito maior se calçadas, acessos, portas e
elevadores, os apartamentos enfim não deixarem passar e receberem com dignidade
a pessoa com restrições motoras, no mínimo.
O que devemos fazer?
Alertar, cobrar das inúmeras repartições dedicadas à
acessibilidade ações urgentes e dos empreendedores e empresas responsáveis
pelas construções o respeito à legislação existente, já regulamentada, com
normas técnicas, especialistas etc.
Cascaes
15.12.2013
Entidades defendem fortalecimento de políticas
públicas e de conscientização da sociedade para combater violência contra a
pessoa idosa. (15 de 6 de 2012).
Fonte: Secretaria da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos:
http://www.justica.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=401&tit=Entidades-defendem-fortalecimento-de-politicas-publicas-e-de-conscientizacao-da-sociedade-para-combater-violencia-contra-a-pessoa-idosa.
Cascaes, J. C. (s.d.). Fonte: Direitos das Pessoas com
Deficiência: http://direitodaspessoasdeficientes.blogspot.com.br/
Cascaes, J. C. (s.d.). Fonte: A Pessoa com Deficiência
Física: http://conhecendoaadfp.blogspot.com.br/
Cascaes, J. C. (s.d.). Fonte: A pessoa com Deficiência
Visual : http://deficiente-visual-vida-e-luta.blogspot.com/
Cascaes, J. C. (14 de 6 de 2013). Fonte: A Pessoa com
Deficiência Intelectual:
https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=8912935561740925382#allposts
Cascaes, J. C. (11 de 2013). Quando as escolas
municipais terão condições de acolher estudantes surdos? - Curitiba .
Fonte: Gente nossa - Acessibilidade com dignidade:
http://respeitodignidadeacessibilidade.blogspot.com.br/2013/11/quando-as-escolas-municipais-terao.html
Cascaes, J. C. (s.d.). A Pessoa com Deficiência
Auditiva. Fonte: A Pessoa com Deficiência Auditiva Blog dedicado aos
deficientes auditivos de diversas formas.:
http://surdosegentequeluta.blogspot.com.br/
Cascaes, J. C. (s.d.). TIinformando. Fonte:
TInformando - meus blogs: http://tinformando-meus-blogues.blogspot.com.br/
Mesquita, R. (3 de 12 de 2013). Leis, decretos e
normas técnicas a favor da Pessoa com deficiência. Fonte: Direitos das
Pessoas com Deficiência: http://direitodaspessoasdeficientes.blogspot.com.br/2013/12/leis-decretos-e-normas-tecnicas-favor.html
Pegorini, N. I. (10 de 12 de 2013). Educação - o
sentimento de professor com lesão grave e dependente de muleta na cidade .
Fonte: Direitos das Pessoas com Deficiência:
http://direitodaspessoasdeficientes.blogspot.com.br/2013/12/educacao-o-sentimento-de-professor-com.html
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legislação,
projetos de prédios acessíveis
domingo, 27 de outubro de 2013
Reurbanização e inclusão do ser humano nas cidades
Ruas para pedestres, ciclovias, canaletas e defesa civil.
O debate de soluções urbanísticas normalmente gira em torno
dos investimentos necessários, poluição, beleza e modismos. Raramente podemos
aproveitar eventos que discutam de forma global o tema central.
Urbanismo, uma atividade tremendamente multidisciplinar, é
assunto para todas as profissões, que, naturalmente, não se conhecem de forma
adequada.
A segmentação e a pulverização de profissões conduzem ao
alheamento perigoso em assuntos que demandariam a atenção de todos, inclusive
de leigos absolutos, simplesmente manifestando seus sentimentos e percepções.
Em relação a novos modais de transporte coletivo urbano
assim como a valorização da segurança, conforto, funcionalidade, oportunidade, custos e benefícios chegamos a uma questão que
afeta profundamente a vida (e custos) urbana.
Em São Paulo, por exemplo, a população reclama do IPTU. O
que um prefeito pode fazer diante dos desafios de governar cidades onde tudo é
precário ou insuficiente e a receita fiscal (tremendamente mal distribuída) não
cobre as necessidades mínimas dos munícipes? No Brasil esse é um caso de
polícia que um dia revoltará nosso povo (O irredento) .
No aperto fiscal o que sobra é isso, aumentar impostos
locais.
E as ciclovias (Bike Way by the World Exemplos,
modelos para todos) ? As ruas para pedestres (Cascaes,
Cidade do Pedestre) ?
Com a falta de condições para metrôs e outras maravilhas (Cascaes, O
Transporte Coletivo Urbano - Visões e Tecnologia A opção pelo transporte
coletivo urbano )
que sonhamos ter é importantíssimo encontrar alternativas, que podem até ser
melhores que os grandes projetos, dependendo do ponto de vista.
Um tema mal pensado é o de socorro nas cidades (Cascaes,
Mirante da Sustentabilidade e Meio Ambiente) .
Quem nunca viu ambulâncias paradas em engarrafamentos?
Pois é, canaletas dedicadas, ciclovias largas, ruas para
pedestres (sem gracinhas tais como chafarizes inúteis) e canteiros mal
colocados podem servir rotineiramente ao pedestre e ao ciclista e, quando
necessário, atender serviços de emergência.
A verticalização das cidades cria desfiladeiros
tremendamente prejudiciais a qualquer sistema de socorro (exceto por
helicópteros em certos casos). Nas ruas os automóveis, caminhões, ônibus etc.
podem paralisar sistemas de SOS e policiamento. Veículos de serviço deveriam
ter horários especiais de trânsito enquanto no resto do dia (e da noite) a
cidade estaria à disposição dos pedestres (e idosos, idosas, pessoas com
deficiência, crianças e o cidadão comum).
Garagens periféricas podem guardar veículos que não devem
ser usados no centro mais denso.
Naturalmente o transporte coletivo precisa evoluir, se
possível para sistemas elevados ou subterrâneos.
Tarifas são necessárias e essenciais ao disciplinamento dos
deslocamentos. É um erro viabilizar grandes deslocamentos quando as cidades
devem se transformar em arquipélagos de núcleos urbanos autossuficientes.
Tudo recomenda processos de reurbanização radicais
priorizando fortemente os pedestres, ciclistas (Miranda,
2013)
e veículos pequenos que trafeguem em baixa velocidade e não sejam poluentes.
Cascaes
27.10.2013
Bike Way by the World Exemplos, modelos para todos. (s.d.). Fonte:
Bike Way by the World Exemplos, modelos para todos:
http://worldbikeway.blogspot.com/
Cascaes, J. C. (s.d.). Fonte: O irredento:
http://o-irredento.blogspot.com.br/
Cascaes, J. C. (s.d.). Fonte: Cidade do Pedestre:
http://cidadedopedestre.blogspot.com.br/
Cascaes, J. C. (s.d.). Fonte: O Transporte Coletivo
Urbano - Visões e Tecnologia A opção pelo transporte coletivo urbano :
http://otransportecoletivourbano.blogspot.com.br/
Cascaes, J. C. (s.d.). Fonte: Mirante da
Sustentabilidade e Meio Ambiente: http://mirantedefesacivil.blogspot.com.br/
Miranda, A. (10 de 2013). Inovação para a
Ciclomobilidade . Fonte: Educação e Tecnologia Assistiva - Inovação e
Dignidade - Autonomia : http://ta-inovacao-dignidade-autonomia.blogspot.com.br/2013/10/inovacao-para-ciclomobilidade.html
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sábado, 21 de setembro de 2013
Inconsistências curitibanas - quem manda em Curitiba - a ANEEL? A COPEL? Concessionárias? E a acessibilidade?
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19:50
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redes aéreas
Guerra aos postes, galerias e canalizações mal feitas
As florestas de concreto e aço – um grande negócio para as
concessionárias
Reurbanização e segurança para pedestres
O maná para as empresas de distribuição de qualquer coisa é
a verticalização das cidades.
Um prédio é uma rua cravada num espaço pequeno, substituindo
uma enorme área horizontal que seria necessária, aonde as estruturas materiais
e humanas das empresas que entregam produtos, água, gás, eletricidade e
serviços chegam até as portarias, sendo responsabilidade do condomínio ou do
proprietário levar o “recebido”, muitas vezes mediante recibo na portaria, até
a gaiola onde mora o cliente da concessionária.
Imaginem quantos quilômetros de ruas e avenidas (e canos,
caminhadas, cachorros, cabos, combustíveis, demolição de calçadas etc. seriam
necessários para atender o mesmo número de famílias e empresas) que um edifício
de grande porte substitui.
Graças aos grandes prédios funcionários, redes, entregadores
de correspondência, leituristas, canos e fios param na portaria.
Seria interessante o debate sobre o tema “custo de grandes
consumidores urbanos e a possibilidade o aprimoramento de serviços”.
A questão é: como poderiam compensar seus clientes e a
população da cidade com padrões melhores de atendimento?
Por favor, não falem simplesmente em baixar tarifas, esse
discurso demagógico, oportunista, irresponsável e reducionista pode levar
muitos lugares desse imenso Brasil a uma regressão perigosa de qualidade,
segurança e confiabilidade. No intuito
de reduzir custos muitos desprezam riscos e a importância da qualidade da
manutenção e de instalações, o que vale é taxa interna de retorno (TIR) e
outros indicadores de ganhos financeiros. Exemplo disso serão os efeitos da MP
579 (MP 579 -
MEDIDA PROVISÓRIA Nº 579, DE 11 DE SETEMBRO DE 2012.) sobre o Setor
Elétrico. Ela coloca em risco a qualidade de conservação de grandes barragens e
equipamentos para geração de energia elétrica. É o resultado da ignorância de
pessoas que nunca trabalharam em manutenção e operação de grandes usinas
decidindo coisas que não entendem. O inferno está cheio de almas que tinham
boas intenções.
Atos temerários já causaram imensos acidentes em muitos
países...
Absurdamente a alienação em relação às qualidades positivas
dos serviços essenciais é enorme. Clientes, usuários e consumidores ficam com o
que a mídia impõe e ministros, governantes, as agências reguladoras entendem (e
a FIESP, pelo jeito). Com certeza em muitos lugares desse imenso Brasil o povo
local não conseguiu criar e manter boas empresas; não é o caso da COPEL e
CEMIG, por exemplo.
Morar nos andares superiores de algum “arranha céu” como
dizíamos antigamente significa uma enorme dependência da eletricidade. A
distribuição, transmissão e geração de energia elétrica é assunto essencial à
segurança e aprimoramento de nossas metrópoles; por muito pouco elas não foram
submetidas a outro racionamento (Ilumina -
Instituto de Desenvolvimento Estratégico do Setor Elétrico) . As empresas
distribuidoras de energia, água, sistemas de comunicação e as concessionárias
que coletam esgoto assim como as prefeituras e seus sistemas de coleta de águas
pluviais, o transporte coletivo urbano, serviços de lixo, Correios usam,
degradam, agridem calçadas, autênticas faixas de servidão.
Geradores de emergência e outras coisas dessa espécie podem
significar acréscimos de riscos e poluição sonora, química etc..
Ou seja, é hora de abrir fogo contra postes e similares.
Curitiba, por exemplo, pode, merece e precisa de redes subterrâneas em muitas
de suas ruas e avenidas.
A união faz a força e pode produzir qualidade,
confiabilidade, segurança.
Com certeza não é agradável às concessionárias abrir esta
discussão. Do jeito que está é bom e se mexer pode dar m...
A Copel, uma estatal a serviço do povo, por exemplo, já
propôs parcerias [ (A COPEL E A EVOLUÇÃO DAS REDES DE
DISTRIBUIÇÃO) ,
(Guia para Municípios e Empreendedores) ].
Redes subterrâneas, se feitas em consórcio entre todas as
concessionárias e a prefeitura, viabilizarão a reurbanização a favor do
pedestre, ciclista, pessoas com deficiência, idosos, crianças etc.
Absurdamente a cidade convive com ambientes degradados e
hostis ao cidadão comum e àquele que aprecia caminhar onde possível (Degradação
das redes aéreas de distribuição e conexão) .
O discurso exaustivo e fácil a favor de tarifas mínima e
inviabilização de concessionárias sob gestão integrada à população local (as
federais, principalmente, são comandadas por tecnocratas em Brasília) dão a
impressão de impotência e criam sentimentos fatalistas, quando, na realidade, o
que é decidido pelos poderes legislativo e executivo pode e deve sempre estar
sujeito a correções.
Decisões em polos distantes afastam a sensibilidade “custos x
benefícios” e “responsabilidades x direitos”.
Ainda que submetidos a modelos institucionais perversos,
existe espaço de otimização se os prefeitos, por exemplo, partirem para a
investigação das leis municipais e a exploração de seus poderes a favor do
povo.
As cidades bem atendidas significam melhor qualidade de
vida, algo que, infelizmente, raramente encontramos na periferia (por exemplo
dramático). Nos arredores das grandes cidades o pesadelo é total. Gente expulsa
ou que abandonou suas cidades de origem onde pelo jeito tudo era pior e aqui
até podem se sentir bem, mas que estão abaixo de níveis elementares de
qualidade de serviços; uma realidade que nossos tecnocratas deveriam conhecer
melhor.
Podemos e devemos aproveitar a racionalização dos serviços essenciais
a favor da inclusão, mobilidade do pedestre e ciclista. É um dever de empresas
que fizeram de nossas ruas e calçadas autênticas, explícitas e terríveis faixas
de servidão. Critérios de tempos de penúria continuam valendo em cidades que
agora despontam como grandes metrópoles; é justo?
A adoção de redes subterrâneas reduzirá acidentes, a
poluição, a fragilidade dos serviços. Os ganhos são imensuráveis se tudo
acontecer de forma honesta e competente.
BNDES, bancos internacionais e até recursos orçamentários
podem e devem ser usados de forma a se poder desenvolver essa transformação.
Estamos comemorando dias de defesa de idosos, PcD, contra a
poluição “sem automóvel” etc.
Festas são boas, vamos resolver problemas?
Cascaes
21.9.2013
(s.d.). Fonte: Ilumina - Instituto de Desenvolvimento
Estratégico do Setor Elétrico:
http://www.ilumina.org.br/zpublisher/secoes/home.asp
A COPEL E A EVOLUÇÃO DAS REDES DE DISTRIBUIÇÃO. (s.d.). Fonte: COPEL:
http://www.copel.com/hpcopel/redesub/apresentacao.html
Cascaes, J. C. (s.d.). Degradação das redes aéreas
de distribuição e conexão. Fonte: Serviços Essenciais:
http://servicos-essenciais.blogspot.com.br/2012/02/degradacao-das-redes-aereas-de.html
MP 579 - MEDIDA PROVISÓRIA Nº 579, DE 11 DE SETEMBRO
DE 2012. (s.d.). Fonte:
planalto.gov.br:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/mpv/579.htm
Utilização e Aplicação de REDES DE DISTRIBUIÇÃO
SUBTERRÂNEAS. (s.d.). Acesso em 23 de
1 de 2013, disponível em COPEL: http://www.copel.com/hpcopel/redesub/
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